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sexta-feira, 20 de junho de 2014
FIQUE DE OLHO NESSES ERROS!
sexta-feira, 6 de junho de 2014
GERALDINA AMARAL - UMA AJEBIANA DE OURO
Hoje, 6 de junho de 2014, Gizela Costa, Rose Sendy e eu, deslocamo-nos até Caucaia, para rever, matar saudades de nossa querida Geraldina Amaral, sócia fundadora da AJEB, tendo-a, inclusive, representado em Cannes, na França, em encontro internacional da AMMPE (Asociación Mundial de Mujeres Periodistas y Escritoras), única jornalista brasileira presente àquele evento.
Geraldina Amaral, atualmente, está com 89 anos. Infelizmente, o tempo desceu sobre ela com sua fúria terrível, desmoronando-lhe a consciência. Mas quem conheceu Geraldina Amaral não vai jamais esquecer a sua inteligência, o seu amor às artes, à leitura, à escrita, ao jornalismo, à AJEB, aos amigos.
Transcrevemos, abaixo, um de seus textos, em que podemos sentir a suavidade de sua pena e o encantamento pela palavra.
Luzes, Luzes, Luzes
Geraldina Amaral
Quando
as luzes se apagaram, fiquei sem pensar. Naquela noite, eu precisava de uma
iluminação poderosa que me ajudasse um pouco a manter meu cérebro fora do caos
de que estava à beira, quase pronta a cair-lhe no mais íntimo dos recantos. Sim,
o caos me esperava ansiosamente, como o amante à criatura desejada. Não me
engano, porque “senti” que tudo em meu espírito ameaçava cair, ruir.
“Senti”!...
Reportava-me
há dois meses antes: aquele cálice de “Vermuth” que bebemos (eu e você), entre
considerações sobre arte e vida, num hesitante diálogo em que nos aproximávamos
a medo, esperando por uma única palavra...
Para
mim, aquela tarde foi um delicioso inferno, cheia de crepúsculos e ruídos, de
amor e desespero. Seus olhos fixavam-se talvez cansados de olhar alguém
distante, através do espaço e do tempo. Ah! Como se fatigam, até a exaustão, os
olhos amorosos que procuram o seu amor! E os seus olhos estavam assim, quase
sem forças, quase não resistindo ao esforço infinito de ver e sentir e
contemplar a grande felicidade do amor ausente.
Entretanto,
na ribalta, não chegara luz suficiente para um bom espetáculo, e a
semiobscuridade que as velas acesas concediam não me ajudava em nada.
Ao
menos, se pudesse esquecer que atrás dos bastidores só estavam criaturas feitas
para o divertimento ao público, sem, no entanto, poder com ele comunicar-se...
“Não passavam de títeres sob as ordens de um velho de longos bigodes e barba
crescida, destes que fazem medo às crianças...”
E a
luz, porque não voltava a luz? Todos precisavam dela. Sim, todos precisavam
dela. Começava em mim a agonia de Goethe. E a luz? Eu precisava dela para
deslumbrar-me e esquecer, e esquecer e esquecer...
Geraldina Amaral – jornalista, escritora e tradutora. É graduada em Letras Neolatinas.
Foi professora do Curso de Cultura Hispânica da Universidade
Federal do Ceará e de muitos colégios da capital cearense. Faz parte da Ala
Feminina da Casa de Juvenal Galeno. Sócia fundadora da Academia de Letras e
Artes de Caucaia. Escrevia uma coluna semanal no Jornal “O Estado”. É
sócia da AJEB-CE, da qual recebeu o honroso título de “Ajebiana de Ouro”.
Participa de várias coletâneas, dentre as quais “Policromias” e “AJEB Letras” (antologia nacional).
quarta-feira, 4 de junho de 2014
POSSE DA PRESIDENTE NACIONAL DA AJEB
AJEB- Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil
Fundada
em 08 de abril de 1970 em Curitiba - PR
___________________________________________________________
ATA DE
POSSE DA PRESIDENTE NACIONAL DA AJEB – ASSOCIAÇÃO DE JORNALISTAS E ESCRITORAS
DO BRASIL
MEMÓRIA FOTOGRÁFICA
A Mesa: João Scortecci, Daisy Buazar e Geni Pires
Maria Clara Gozzoli - mestre de cerimônia
Ana Maria Clara Guimarães saúda a Presidente
Daisy é homenageada pela AJEB-SP
João Scortecci e Daisy Buazar
Sara Abud, Lurimar e Daisy Buazar
Convidados
Os agradecimentos da Presidente Nacional
Daisy Buazar entre ajebianas paulistas e convidados
A Presidente com Geni, Ana Maria, Leontina e Nilda
Geni Pires e Irene Bassi
Ajebianas paulistas e Colaboradoras
O brinde da Presidente à AJEB
sexta-feira, 30 de maio de 2014
EBE BRAGA FROTA HOMENAGEADA IN MEMORIAM PELA AJEB-CE
Em sessão da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil (AJEB-CE), do dia 20 de maio deste ano, a professora e mestra Ebe Braga Frota foi homenageada (in memoriam), por sua atuação nesta entidade, da qual era Sócia Honorária e patrocinadora do nosso Concurso Literário Professora Edith Braga.
A Presidente de Honra da AJEB-CE, Giselda Medeiros, sua ex-aluna, proferiu a saudação, relembrando pedaços de vida da ilustre homenageada, em sua labuta na área da Educação.
A Família esteve presente, na pessoa de seu filho Dr. Osmar Braga Frota, de sua filha do coração, Conceição Seabra, da amiga Maria Euda Sousa e de Kátia Miranda.
Ao encerrar sua fala, o Dr. Osmar usou a tribuna para agradecer a homenagem, momento em que retratou a mãe, seu caráter, sua responsabilidade e sua ética irrepreensível.
Ao final, foi entregue ao Dr. Osmar uma placa de bronze outorgando à homenageada o título de SÓCIA EMÉRITA da AJEB.
CONFIRA AS FOTOS
A Mesa Diretora dos trabalhos
A saudação por Giselda Medeiros
O agradecimento do filho, Dr. Osmar Braga Frota
A outorga da Placa
Ajebianas e ajebianos
À MINHA QUERIDA MESTRA EBE BRAGA
Giselda Medeiros
Contemplando-te,
mestra,
eu vejo o azul
do sonho que imprimiste em mim.
Eu vejo a
impetuosidade de rios
avassalando-te
o conhecimento.
Eu vejo,
mestra, a face da ciência
no teu olhar
que não parece ver,
mas vê a
interioridade dos mistérios.
Eu sinto vir
de tuas mãos o afago
que desliza
sobre as páginas de um livro,
o livro que
trazes na alma, aberto em leque.
Eu vejo teu
saber, pairando, aceso,
em luminosas
cores,
por sobre as
nossas inutilidades.
Por isso, és
Ebe! És perene juventude
a decifrar
logismos,
a derramar-se
plena e plana
no azul do
sonho que imprimiste em mim,
em mim, que
aprendi de ti
a pastorear
saberes nas vigílias do pensamento.
Ensinaste-me,
ó mestra,
ter a canção
longos murmúrios
que se acendem
lânguidos
para aflorarem
belos e divinos.
É tua, agora,
mestra, esta canção,
e nela dançam
robustas rimas
de sonora
gratidão.
EBE
BRAGA - UMA HISTÓRIA DE VIDA DEDICADA À EDUCAÇÃO
Estamos no dia 10 de julho de 1925. Na pacata Fortaleza,
de então, a casa número 38 da Rua Solon Pinheiro ilumina-se. O casal, Anastácio
Braga Barroso e Edith da Costa Braga, contemplam eufóricos a concretização do
amor: a menina Ebe, que, recebendo no nome a força e a imortalidade do vinho
dos deuses, será agraciada, por isso, com o dom de continuar servindo aos
humanos o vinho da sabedoria durante toda a sua vida.
O elo entre Ebe e a Educação começa, desde cedo a se
fortalecer, e vai imprimindo nela um compromisso de ordem doutrinária,
acentuando a formação de algo luminoso e profundo: uma responsabilidade sem
limite.
Sua índole marcada já pelo selo da docência concretiza-se,
em 1952, quando ela conclui o Curso Normal, sendo escolhida a oradora da turma.
Não é de se estranhar que, já possuída pela ortodoxia dos
princípios filosóficos que procuram nortear a ética do ser humano, viesse ela a
enveredar pelo influxo desses princípios. Assim é que, em 1953, submete-se ao
vestibular para o Curso de Filosofia, na Faculdade Católica de Filosofia, tendo
atingido a maior nota geral. Em virtude dessa conquista, é convidada a lecionar
Psicologia, História e Filosofia da Educação no Colégio São José. É também
nomeada professora de Economia Doméstica no Ginásio Municipal de Fortaleza. E,
em 1955, vai lecionar Psicologia e Sociologia no Colégio Santa Lúcia.
A difusão da capacidade intelectual de Ebe Braga,
personificando o abstrato do “homo
sapiens”, era um requisito indispensável para que se tivesse a jovem e
inteligente professora integrada ao quadro docente dos bons colégios. Desse
modo, em 1956, ano em que recebeu o grau de Licenciatura Plena em Filosofia, é
nomeada professora interina de Economia Doméstica, na Escola Normal Pedro II,
passando ao cargo de Professor Catedrático da mesma disciplina, através de
Concurso Público, assim como sua nomeação para Técnica de Educação.
Em 1964, é criado o Curso Clássico, no Colégio Estadual
Justiniano de Serpa, cabendo à Ebe Braga a docência da Sociologia, e, em 1968,
da Filosofia, disciplinas, àquela época, exigidas pelo vestibular na área de Humanidades.
Em 1966, é nomeada professora de História e Filosofia da
Educação, bem como de Sociologia, no Colégio Municipal Filgueiras Lima.
Ebe Braga
agiu sempre de modo determinado, dentro dos preceitos éticos de sua
personalidade. Procurou conduzir os seus discípulos com pertinácia,
mostrando-lhes as oportunidades para crescerem e enfrentarem, sem medo, as
forças, muitas vezes adversas, da existência. Era como sempre nos estivesse a
ensinar: Caminhar em si mesmo é uma maneira de entender o próximo, ampliar-lhe
o rumo, abrir-lhe o universo. Positivamente, nossa ilustre educadora doava-se
como caminho, transmudava-se em universo. Não tinha fronteiras, jamais, exigiu
recompensas ou glórias. Elas vieram, sim, mas em decorrência de suas
atividades, de seu desprendimento, de sua competência. Tanto é que, em 1982, Ebe
Braga recebe a maior comenda na área da Educação: a Medalha Justiniano de Serpa
O peso dos anos, que imprime em nós um ritmo descendente,
não o consegue em relação à ilustre educadora. Pelo contrário, enquanto muitos
se acomodam às condições de inatividade, ela não cede. Começa a frequentar
cursos, na ânsia de mais conhecimentos.
Matricula-se, em 1976, no Curso de Licenciatura Curta em
Teologia, no ICRE, concluindo-o em 1979 e, no ano seguinte, conclui também o
Curso de Especialização em Tecnologia Educacional para o Ensino Superior.
Um meteoro não pode deter sua vertiginosa trajetória.
Desse modo, Ebe Braga conclui, em 1985, com o grau de Licenciatura Plena, o
Curso de Ciências Religiosas. Pelo brilhantismo com que sempre se distingue em
tudo o que faz, é convidada a lecionar, ali, a disciplina Introdução à Teologia.
Em 6 de
junho de 1997, o auditório do Seminário da Prainha, lotado, em noite memorável,
aplaude de pé a bacharelanda na defesa de sua monografia intitulada O Ecumenismo: Processo Evolutivo,
requisito para a obtenção do grau de Bacharel em Ciências Religiosas.
Realmente, um trabalho de fôlego, que exigiu cansativas pesquisas, em mais de
setecentas páginas. E em 2002, no salão nobre do Ideal Clube, em noite repleta
de amigos e emoções, Ebe Braga lança seu livro “Ecumenismo: Processo Evolutivo”,
uma verdadeira fonte de pesquisa.
Eis,
pois, em pinceladas reais, os fatos mais marcantes da história dessa grande
mulher que, em 27 de fevereiro de 2014, após travar duras batalhas pela vida,
imerge em outra galáxia, de onde, agora, nos adverte, em consonância com esses
versos de Santo Agostinho:
“A vida continua significando o que significou:
continua sendo o que era.
O cordão de união não se quebrou.
Por que eu estaria fora de teus pensamentos,
apenas porque estou fora de tua vista?
Não estou longe,
Somente estou do outro lado do caminho.
Já verás, tudo está bem.
Redescobrirás o meu coração,
e nele redescobrirás a ternura mais pura.
Seca tuas lágrimas e se me amas,
não chores mais.”
O preito de saudade, pois, da AJEB, a essa mulher sábia,
prudente, Ebe Braga, verdadeira obra-prima da vida.
Obrigada
Giselda Medeiros
20/5/2014
domingo, 25 de maio de 2014
sexta-feira, 23 de maio de 2014
UM POEMA DE GISELDA MEDEIROS
CANÇÃO DA ESPERA
Passas.
Teu
vulto é um oásis
onde
quero aprender
o
ofício das areias
nas
longas noites
em que
as estrelas
fiam
fios finos
de
fluida luz.
Teus
passos na tarde
ecoam
ainda
em
minhas manhãs,
alvacentas
e lânguidas,
como o
marulho das vagas
que
ficaram para trás.
Mas
passas,
indiferente
e lento,
sobre
meus anseios
com
mãos enfeitadas de adeuses
a romper
em flores
de
esquecimento.
E
passas tão perto de mim
e tão
distante!
Não
conheces o mapa
de meus
arquipélagos
nem
sabes da beleza
de meus
profundos mares
onde há
conchas e corais
em
êxtase.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
HOMENAGEM ÀS MÃES QUE JÁ SE ENCANTARAM - por J. UDINE
(In Memoriam de minha inesquecível Mãe)
Assim como Jesus chorou a morte de Lázaro,
Também eu choro a morte do meu Anjo Azul;
Do meu anjo maternal, que fora o meu lábaro,
A bandeira do amor, da paz, da carícia blue...
Também eu choro a morte do meu Anjo Azul;
Do meu anjo maternal, que fora o meu lábaro,
A bandeira do amor, da paz, da carícia blue...
Fica um vazio imenso no meu coração!
Lágrimas invisíveis jorram dos meus olhos,
Dos olhos de minh'alma em pranto e solidão.
São dores de saudade, dores dos abrolhos,
Lágrimas invisíveis jorram dos meus olhos,
Dos olhos de minh'alma em pranto e solidão.
São dores de saudade, dores dos abrolhos,
Dos espinhos agudos que perfuram a alma.
Mas, nesse abismo em luz, o meu Senhor me acalma,
E, em sua complacência, me conforta em Luz!
Mas, nesse abismo em luz, o meu Senhor me acalma,
E, em sua complacência, me conforta em Luz!
Sua Viva e eficaz Palavra vibra em mim:
Fortaleço-me na Fé, nessa hora de esplim,
Nos braços piedosos do meu Bom Jesus!
Fortaleço-me na Fé, nessa hora de esplim,
Nos braços piedosos do meu Bom Jesus!
quarta-feira, 30 de abril de 2014
DAISY BUAZAR - RECONDUZIDA À PRESIDÊNCIA NACIONAL DA AJEB
Dia 28 de abril, em seu atual estado-sede São Paulo, em Assembleia Geral Nacional da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, realizou-se a eleição, na qual foi reeleita para o cargo de Presidente Nacional a ajebiana Daisy Buazar, para o biênio 2014/2016.
Todas as coordenadorias estaduais fazem votos de pleno sucesso, aliás, dando continuidade ao seu profícuo trabalho já iniciado em 2010.
Parabéns, Presidente Daisy Buazar! A AJEB está em ótimas e laboriosas mãos.
Todas as coordenadorias estaduais fazem votos de pleno sucesso, aliás, dando continuidade ao seu profícuo trabalho já iniciado em 2010.
Parabéns, Presidente Daisy Buazar! A AJEB está em ótimas e laboriosas mãos.
Abaixo a foto da Mesa dos trabalhos da eleição.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
FESTA DE POSSE DA DIRETORIA DA AJEB-CE
Em 15 de abril de 2014, às 11h, no salão nobre do Náutico Atlético Cearense, ocorreu, em sessão festiva, a posse da Diretoria da Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil, coordenadoria do Ceará, eleita para o biênio 2014/2016, tendo ao comando Nirvanda Medeiros.
Cercada pelos associados, amigos e familiares, a Presidente espalhou boas-vindas, simpatia e disposição para cumprir mais um mandato com o mesmo sucesso do anterior.
Ao iniciar os trabalhos, o cerimonialista compôs a Mesa Diretora. Em seguida, passou a palavra à Presidente Nirvanda Medeiros para a abertura da sessão e, após, transferiu a direção para a Presidente de Honra, a acadêmica Giselda Medeiros, que reempossou Nirvanda Medeiros no cargo de Presidente.Sequenciando, esta declarou empossados todos os membros de sua Diretoria.
O cerimonialista convidou a presidente Nirvanda Medeiros para ir à tribuna, de onde fez a sua alocução.
O Presidente do Náutico, Pedro Jorge Medeiros, filho de Nirvanda, usou a palavra para, em nome da Família, levar as congratulações e os votos de sucesso à senhora Presidente.Ainda falaram as ajebianas Maria Luísa e Selma.
Ao final, foi servido um saboroso almoço, enquanto os convidados descontraíam-se com uma conversa agradável e amiga.
A SEGUIR, FOTOS MARCANTES DO ACONTECIMENTO
MESA DIRETORA DOS TRABALHOS
O CERIMONIALISTA JORGE ANDRÉ
A FALA DA PRESIDENTE
A FALA DO PRESIDENTE DO NÁUTICO ATLÉTICO CEARENSE
LEITURA DE UM POEMA PARA NIRVANDA
PRESIDENTE DE HONRA E PRESIDENTE DA AJEB-CE
PRESIDENTE E SECRETÁRIA REJANE COSTA BARROS
PRESIDENTE E CONSELHEIRA ROSA FIRMO
PRESIDENTE E AEBIANA MARIA AMÉLIA BARROS LEAL
GISELDA MEDEIROS, NIRVANDA, REJANE E CONCEIÇÃO SEABRA
AS ILUSTRES CONVIDADAS DA PRESIDENTE
A SELECIONADÍSSIMA PLATEIA
FAMILIARES DA PRESIDENTE
FILHOS E FAMILIARES DE NIRVANDA
A ASSINATURA DE MARIA DO CARMO FONTENELLE
VITAL ARRUDA NO ALMOÇO
ALMOÇO GOSTOSO!
O COMPROMISSO DE MARIA HELENA MACEDO
A ASSINATURA DA 1ª VICE - MARIA LUÍSA BOMFIM
CONCEIÇÃO SEABRA ENTREGA A GISELDA MEDEIROS UMA LEMBRANÇA DA SAUDOSA E QUERIDA EBE BRAGA FROTA
CONCEIÇÃO SEABRA ENTREGA A GISELDA MEDEIROS UMA LEMBRANÇA DA SAUDOSA E QUERIDA EBE BRAGA FROTA
A DIRETORIA
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