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quinta-feira, 14 de setembro de 2017
terça-feira, 3 de novembro de 2015
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
FRANCINETE AZEVEDO LANÇA LIVRO NA CASA DE JUVENAL GALENO
Estreando, em livro, na Poesia, a escritora, acadêmica e trovadora, Francinete Azevedo recebe seus amigos e convidados, na consagrada Casa de Juvenal Galeno, em tarde agradável e lírica, no dia do Poeta, para brindar a nós todos com seu mais recente livro "Poetizando o Amor".
Arleni Portelada conduziu o cerimonial, executando-o muito bem, como sói acontecer.
Presente, o Diretor da Casa, Antônio Santiago Galeno, ainda enlevado com as comemorações do aniversário da gloriosa Casa de Juvenal Galeno.
Francinete Azevedo, a consagrada "dama da literatura cearense", além da alegria de lançar mais uma obra de sua lavra, carregava a comprovação de seu talento.
Recentemente, Francinete Azevedo foi vencedora, recentemente, em dois concursos literários:
- 1º Lugar no Concurso Literário sobre Capistrano de Abreu, realização da ACLA e da UBT-Maranguape, com o trabalho: "O Jovem Capistrano de Abreu";
- 1º Lugar - Troféu Pena de Ouro, no VII Concurso Literário Zé Nitoca, promovido pela UBT - seção de Ocara, com o trabalho "Carta a um Abolicionista".
Agradecida e festejada, a escritora enalteceu a colaboração dos amigos, de modo especial, ao Dr. Ernani Machado.
A AJEB-CE parabeniza e aplaude sua sócia, desejando mais e mais vitórias em seu fazer literário!
FOTOS
Casa de Juvenal Galeno
20 de outubro de 2015
domingo, 12 de abril de 2015
FEIRA DO DIÁLOGO - EXPOSIÇÃO DE ARTE DE ROSA FIRMO
Feira do Diálogo
Agradecimentos
Excelentíssimos senhores e senhoras, caros familiares, caros amigos e amigas. Obrigada por terem vindo, aos de perto e aos de longe.
Foi com espírito de otimismo, persistência e determinação que me fiz chegar até aqui para realizar esta Feira, não como uma promessa, nem tampouco para lucrar vantagens pessoais. Trata-se de uma ação solidária pelo benefício que recebi, a intenção é fazer valer um compromisso cristão.
Reconheço-me fruto de uma sociedade patriarcal, onde a submissão era a tônica em minha juventude, o diálogo era limitado. Primeiro, a obediência ao pai, depois aos irmãos mais velhos, ou a outro membro da constelação familiar. Aos poucos, fui me dando conta da importância do meu papel no mundo moderno. E assim fui me construindo, quebrando padrões. Talvez por ter sido ungida com as flores da caatinga da Tapera, tentei enveredar por caminhos diversos. Desde jovem venho encetando uma militância no trabalho social. Lutei contra a rejeição, com certa rebeldia e resistência fui preterida, mas sobrevivi. Reporto-me a artista plástica Anita Mafalda, quando afirma:
“O que espero do meu futuro? É poder olhar para trás e dizer: amei, sofri e sobrevivi.”
Informo a vocês que não procuro fazer carreira nas artes plásticas, pinto por intuição, quando surge uma iluminação, ou quando a deusa que habita em mim, desperta, sem regras e sem máscaras, deixando aflorar a inspiração. Ainda tenho aulas com este mestre da pintura Bonifácio Mello.
Nessa empreitada comprometi-me com uma a ideia de contribuir com a comunidade São Judas Tadeu para compartilhar uma vitória de modo mais humanizado e democrático, doando parte da renda desta feira. Assim cumprindo meu compromisso. Essa façanha está se materializando aqui hoje graças a Deus e às pessoas que me apoiam. Sou muito teimosa, para mim teimosia e persistência são como um novo dia que nasce e se vai. São “pôr-de-sóis” que se repetem. Isto pode se conferir nos meu trabalho. É a chamada desse mundo para o transcendente, que para mim significa, também, as conquistas e a saudade, porque era assim que me sentia enquanto criança ao admirar o pôr-do-sol nas tardes de verão na Tapera. Era a saudade e o desejo de vencer, embora naquele época não pudesse dar um nome a este sentimento. Que hoje nomeio como o verdadeiro sentido do diálogo, não o da vitória, mas, o caminhar juntos. O melhor agora é parar com divagações, nada mais justo é agradecer a todos aqui presentes.
Tenho uma extensa relação de nomes de pessoas e entidades que preciso agradecer, perdoem-me se esquecer de alguém. A começar por Deus que sempre me concedeu determinação e persistência nos meus projetos; ao Gomes, que amo; por me acompanhar em todo o processo, ao mestre Bonifácio Mello; agradeço também a escritora Francinete Azevedo pela sua afetuosa colaboração, essa criatura de coração generoso que se dispôs apoiar-me; a carinhosa presidente desta casa, Mirian Medeiros Murta; Arleni Portelada que se propôs a comandar o cerimonial; aos meus sobrinhos Ivo e Sonia que colaboraram de diversas formas, Lúcia e Gilson Maciel com sua valiosa contribuição; a Assis Almeida e sua esposa Rose que patrocinaram parte do material gráfico, bem como, Doriam Sampaio; a APEOC, representada pela diretora Maria da Penha Alencar; a Raquel Vasconcelos, minha prima que fez esta bela saudação; ao meu amigo poeta natalense Maurício Garcia e sua esposa, Apresentação, que vieram de longe prestigiar esse momento; aos membros da AJEB, representada pela presidente Nirvanda Medeiros; a equipe da AAFEC, representada pela presidente Elenilda; o músico Rodrigo que carinhosamente fez até sacrifício para está aqui; a equipe da comunidade São Judas Tadeu, representada pelos coordenadores, Lúcio e Maruza, essa turma boa de amigas do Condomínio Nova Aurora II; As cantoras Tereza Cruz Auzeneide Cândido e Reina Isabel; aos funcionários desta casa, Adriano e Gil pela presteza e atenção para comigo; aos poetas e poetisas por suas belas performances poéticas. Zinhah Alexandrino, Fidel Castro Machado, Pereira Albuquerque, Vital, Nilze Costa e Silva, entre outros. Agradeço a presença dos membros da Academia Lavrense de Letras representada por seu presidente, o poeta Dimas Macedo, que nos presenteou com seus livros.
Obrigada ainda, a Maria Tereza, Maria do Carmo, Leide, Rivanda e minha sobrinha Tassiana, que não pouparam suas energias e seu tempo para organizar comigo, esse espaço; elas o fizeram por amor. As colegas do curso de pintura, Ligorina, Nair Caracas, e demais membros da ASPAS.
Enfim obrigada a todos os que acreditaram na minha, e na nossa aventura desse diálogo poético.
Foi com espírito de otimismo, persistência e determinação que me fiz chegar até aqui para realizar esta Feira, não como uma promessa, nem tampouco para lucrar vantagens pessoais. Trata-se de uma ação solidária pelo benefício que recebi, a intenção é fazer valer um compromisso cristão.
Reconheço-me fruto de uma sociedade patriarcal, onde a submissão era a tônica em minha juventude, o diálogo era limitado. Primeiro, a obediência ao pai, depois aos irmãos mais velhos, ou a outro membro da constelação familiar. Aos poucos, fui me dando conta da importância do meu papel no mundo moderno. E assim fui me construindo, quebrando padrões. Talvez por ter sido ungida com as flores da caatinga da Tapera, tentei enveredar por caminhos diversos. Desde jovem venho encetando uma militância no trabalho social. Lutei contra a rejeição, com certa rebeldia e resistência fui preterida, mas sobrevivi. Reporto-me a artista plástica Anita Mafalda, quando afirma:
“O que espero do meu futuro? É poder olhar para trás e dizer: amei, sofri e sobrevivi.”
Informo a vocês que não procuro fazer carreira nas artes plásticas, pinto por intuição, quando surge uma iluminação, ou quando a deusa que habita em mim, desperta, sem regras e sem máscaras, deixando aflorar a inspiração. Ainda tenho aulas com este mestre da pintura Bonifácio Mello.
Nessa empreitada comprometi-me com uma a ideia de contribuir com a comunidade São Judas Tadeu para compartilhar uma vitória de modo mais humanizado e democrático, doando parte da renda desta feira. Assim cumprindo meu compromisso. Essa façanha está se materializando aqui hoje graças a Deus e às pessoas que me apoiam. Sou muito teimosa, para mim teimosia e persistência são como um novo dia que nasce e se vai. São “pôr-de-sóis” que se repetem. Isto pode se conferir nos meu trabalho. É a chamada desse mundo para o transcendente, que para mim significa, também, as conquistas e a saudade, porque era assim que me sentia enquanto criança ao admirar o pôr-do-sol nas tardes de verão na Tapera. Era a saudade e o desejo de vencer, embora naquele época não pudesse dar um nome a este sentimento. Que hoje nomeio como o verdadeiro sentido do diálogo, não o da vitória, mas, o caminhar juntos. O melhor agora é parar com divagações, nada mais justo é agradecer a todos aqui presentes.
Tenho uma extensa relação de nomes de pessoas e entidades que preciso agradecer, perdoem-me se esquecer de alguém. A começar por Deus que sempre me concedeu determinação e persistência nos meus projetos; ao Gomes, que amo; por me acompanhar em todo o processo, ao mestre Bonifácio Mello; agradeço também a escritora Francinete Azevedo pela sua afetuosa colaboração, essa criatura de coração generoso que se dispôs apoiar-me; a carinhosa presidente desta casa, Mirian Medeiros Murta; Arleni Portelada que se propôs a comandar o cerimonial; aos meus sobrinhos Ivo e Sonia que colaboraram de diversas formas, Lúcia e Gilson Maciel com sua valiosa contribuição; a Assis Almeida e sua esposa Rose que patrocinaram parte do material gráfico, bem como, Doriam Sampaio; a APEOC, representada pela diretora Maria da Penha Alencar; a Raquel Vasconcelos, minha prima que fez esta bela saudação; ao meu amigo poeta natalense Maurício Garcia e sua esposa, Apresentação, que vieram de longe prestigiar esse momento; aos membros da AJEB, representada pela presidente Nirvanda Medeiros; a equipe da AAFEC, representada pela presidente Elenilda; o músico Rodrigo que carinhosamente fez até sacrifício para está aqui; a equipe da comunidade São Judas Tadeu, representada pelos coordenadores, Lúcio e Maruza, essa turma boa de amigas do Condomínio Nova Aurora II; As cantoras Tereza Cruz Auzeneide Cândido e Reina Isabel; aos funcionários desta casa, Adriano e Gil pela presteza e atenção para comigo; aos poetas e poetisas por suas belas performances poéticas. Zinhah Alexandrino, Fidel Castro Machado, Pereira Albuquerque, Vital, Nilze Costa e Silva, entre outros. Agradeço a presença dos membros da Academia Lavrense de Letras representada por seu presidente, o poeta Dimas Macedo, que nos presenteou com seus livros.
Obrigada ainda, a Maria Tereza, Maria do Carmo, Leide, Rivanda e minha sobrinha Tassiana, que não pouparam suas energias e seu tempo para organizar comigo, esse espaço; elas o fizeram por amor. As colegas do curso de pintura, Ligorina, Nair Caracas, e demais membros da ASPAS.
Enfim obrigada a todos os que acreditaram na minha, e na nossa aventura desse diálogo poético.
Obrigada
Rosa Firmo
Rosa Firmo
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