ATUAL DIRETORIA AJEB-CE - 2018/2020

PRESIDENTE DE HONRA: Giselda de Medeiros Albuquerque

PRESIDENTE: Elinalva Alves de Oliveira

1ª VICE-PRESIDENTE: Gizela Nunes da Costa

2ª VICE-PRESIDENTE: Maria Argentina Austregésilo de Andrade

1ª SECRETÁRIA: Rejane Costa Barros

2ª SECRETÁRIA: Nirvanda Medeiros

1ª DIRETORA DE FINANÇAS: Gilda Maria Oliveira Freitas

2ª DIRETORA DE FINANÇAS: Rita Guedes

DIRETORA DE EVENTOS: Maria Stella Frota Salles

DIRETORA DE PUBLICAÇÃO: Giselda de Medeiros Albuquerque

CERIMONIALISTA: Francinete de Azevedo Ferreira

CONSELHO

Evan Gomes Bessa

Maria Helena do Amaral Macedo

Zenaide Marçal

DIRETORIA AJEB-CE - 2018-2020

DIRETORIA AJEB-CE - 2018-2020
DIRETORIA ELEITA POR UNANIMIDADE

quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

POEMA DE FIM DE ANO - MÁRIO QUINTANA


Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Mora uma louca chamada Esperança:
E quando todas as buzinas fonfonam
quando todos os reco-recos matracam
quando tudo berra quando tudo grita quando tudo apita
A louca tapa os ouvidos
e
atira-se
e – ó miraculoso vôo! –
Acorda outra vez menina, lá embaixo, na calçada.
O povo aproxima-se, aflito
E o mais velhinho curva-se e pergunta:
– Como é teu nome, menininha dos olhos verdes?
E ela então sorri a todos eles
E lhes diz, bem devagarinho para que não esqueçam nunca:
– O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

POESIA RELIGIOSA (Lucas, 2, 1-14) (1)




O NASCIMENTO DE JESUS
Vianney Mesquita (2)



Factum est autem in diebus illis exiit edictum 
a Caesare Augusto, ut describeretur universus orbis.

O arauto do Imperador/O pergaminho descerra,/Com o fim de anunciar/A ordem que o edito encerra,/Mandando recensear/Os habitantes da Terra.
Naqueles dias saiu um edito por parte de Cesar Augusto, para ser recenseada toda a Terra.
De muito recenseamento/Foi Augusto ordenador./E do Lácio império imenso,/Sendo da Síria o gestor,/Quirino geriu o censo/Como seu governador.
Este recenseamento foi o primeiro que se fez, sendo Quirino Governador da Síria.
Era costume do povo/Apresentar-se à contagem/Cada qual em sua cidade,/ Sem problema de estalagem,/Com pouca dificuldade,/ Evitando-se viagem.
E iam todos recensear-se, cada qual à sua própria cidade.
Nessa primeira estatística,/ Com José foi diferente:/ Tinha que, de Nazaré - / Pois de David procedente - / Ir até Belém, que é /Onde o Rei se faz semente.
Ora, José subiu também da Galileia, de Nazaré, até a Judeia, a cidade de David chamada Belém, por ser da casa e linhagem de David, ...
Sendo cepa de David,/ José empregou a ideia/ De, com a esposa Maria,/Ir a Belém da Judeia,/ Onde se recensearia/ Cidadão da Galileia.
... a fim de recensear-se com Maria, sua esposa, que se achava grávida.
Nessa vilegiatura,/ Em dias de descansar,/ Quando em Belém se encontrava/ E estando o prazo a findar,/ Eis que a Virgem delivrava,/ Vendo o Pequeno aflorar.
E quando eles ali se encontravam, completaram-se os dias de Ela dar à luz, e teve o seu Filho primogênito,...
Envolveu o Nato em pano/ E não achando hospedagem,/ Recostou-se à manjedoura,/ De animais a albergagem/ Que a Humanidade entesoura/ Em tão ditosa passagem.
...que envolveu em panos e recostou numa manjedoura, por não haver para eles lugar na hospedaria.
Havia na região/ Alguns apascentadores,/ Os quais no chão pernoitavam,/ Como é mister dos pastores,/ Que depois se transformavam/ Em fiéis adoradores.
Na mesma região, havia uns pastores, que pernoitavam nos campos e faziam a guarda noturna do seu rebanho.
Porque o Anjo do Senhor,/ Juntamente à sua glória,/ Cercou-os de muita luz,/ Diz São Lucas na História/ Da Bíblia, que nos conduz/ E não nos sai da memória.
Apareceu-lhes então o Anjo do Senhor e a glória do Senhor cercou-os de luz,...
Temerosos de início,/ Mas a seguir se acalmaram./ Disse o Anjo: - não temais – / E, atentos, escutaram/ Uma narração veraz/ Que nunca mais deslembraram.
...e eles tiveram muito medo. Disse-lhes o Anjo: Não temais, pois vos anuncio uma grande alegria para todo o povo:
Falou ele: - nasceu hoje/ O Messias, Salvador,/ Em Belém lá na Judeia,/ Dos homens o Redentor,/ Cuja obra giganteia/ Enche a Terra de louvor.
Nasceu-vos hoje na cidade de David um Salvador que é o Messias Senhor!
Servir-vos-á de sinal/ Um sucesso inusitado:/ Em panos encontrareis/ Um Menino circundado,/ A quem vós adorareis,/ Pois traz o Verbo Encarnado.
Isto vos servirá de sinal: encontrareis o Menino envolto em panos e deitado numa manjedoura.
Louvando a Deus, num repente,/ Os contingentes sagrados,/ Anjos como iluminuras,/ Em telas ricas ornados,/ Deram glórias nas alturas/ E paz aos homens amados.
De súbito, juntou-se ao Anjo uma multidão do exército celeste, louvando a Deus e dizendo: Glória a Deus nas alturas e paz na Terra entre os homens do seu agrado.
Após esse Nascimento,/ Mudou o placard da partida,/ Transformou-se o coração,/ Transmudou-se a nossa lida,/ Que agora tem por missão/ As glórias da outra vida.
Não há nada nesta estrofe, a não ser alguma ilação lógica de qualquer crente acerca do nascimento, vida, paixão e morte de Jesus Cristo, que esteja explícito na Sagrada Escritura.



(1) Extraído de ... E o Verbo se Fez Carne – textos bíblicos em versos (Sobral: Edições UVA, 2004, pp. 35-37), com Nihil Obstat de Dom José Antônio Aparecido Tosi Marques, arcebispo metropolitano de Fortaleza, datado de 27 de setembro de 2003.

Os escritos em corpo menor e recuados representam a letra exata do Evangelho de São Lucas, de 2, 1-14, que o poeta transferiu com fidelidade verbal para a grade métrica das sextilhas com versos de sete sílabas – seis estrofes isossilábicas e heterorrímicas no sistema de rimas ABCBCB.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

AJEB - RIO GRANDE DO SUL ACLAMA MARIA ODÍLIA MENEZES PRESIDENTE DA COORDENADORIA

Maria Odila Menezes foi reconduzida, por aclamação, para reger por mais dois anos o destino de nossa querida Associação de Jornalistas e Escritoras do Brasil - AJEB-RS.
Auguramos à querida companheira e amiga muito sucesso nessa  sua nova gestão. Que seja tão boa quanto a anterior.
Que nossa AJEB encontre o caminho "da perenidade do pensamento pela palavra" e continue altaneira percorrendo os caminhos da cultura, mormente, a brasileira.
AVANTE, AJEB!

COMPROVEMOS A BELEZA DA FESTA, CONTEMPLANDO AS FOTOS








PARABÉNS!!!

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

PRÊMIO DE LITERATURA UNIFOR 2015

Home Comunicação e Marketing Notícias Lançado o Prêmio de Literatura Unifor 2015. Inscreva-se
Qua, 04 de Novembro de 2015 11:24


Os novos escritores já podem começar a preparar os trabalhos para participar do Prêmio de Literatura Unifor 2015. A iniciativa visa laurear autores de textos inéditos, no gênero crônicas. As inscrições estão abertas de 4 a 27 de novembro. No Edital R. Nº 57/2015 constam todas as informações.

Categorias
O concurso se divide em duas áreas: obra inédita e trabalhos inéditos. Na primeira, os autores devem apresentar um livro de crônicas. Já na segunda, crônicas avulsas. Nas duas, os textos precisam ser inéditos, não tendo sido publicados em veículos de comunicação nem redes sociais, sendo o descumprimento deste critério motivo de eliminação.

Inscrição
As inscrições devem ser feitas na Vice-Reitoria de Extensão da Unifor, que fica no campus - prédio da Reitoria, 1º andar (Av. Washington Soares, 1321, Bairro Edson Queiroz – Fortaleza/CE, CEP: 60811-905). Quem preferir, também pode inscrever seu trabalho via correio. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone (85) 3477.3311.

Os trabalhos inscritos serão julgados por uma comissão em dezembro de 2015. A solenidade de divulgação do resultado, entrega dos prêmios e lançamento dos livros está prevista para o dia 21 de março de 2016, no Teatro Celina Queiroz.

Premiação
Na categoria obra inédita, um trabalho será premiado com uma viagem a São Paulo, para visitar a Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, além da publicação de 400 exemplares da obravencedora. Na categoria trabalhos inéditos, 20 autores serão premiados: o 1º lugar ganha uma viagem ao Rio de Janeiro, para visitar a Biblioteca Nacional, e os classificados do 1º ao 20º lugar terão seus trabalhos publicados em uma coletânea.

Serviço
Prêmio de Literatura Unifor 2015
Edital R. Nº 57/2015
Inscrições de trabalhos: 4 a 27 de novembro de 2015
Mais informações: (85) 3477.3311


terça-feira, 10 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

EVAN BESSA ANIVERSARIA E LANÇA LIVRO DE CRÔNICAS

Ao apagar das luzes do sol, do dia 30 de outubro, a ajebiana Evan Bessa reuniu a Família e seus amigos para uma dupla festa: seu aniversário e lançamento do livro de crônicas "Resgatando o Tempo". 
Tudo aconteceu no aprazível espaço do Salão de Eventos do Restaurante Dallas Grill, onde, além do aconchego da anfitriã. saborosíssimo regalo nos aguardava.

PARABÉNS, EVAN!












sexta-feira, 23 de outubro de 2015

FRANCINETE AZEVEDO LANÇA LIVRO NA CASA DE JUVENAL GALENO



Estreando, em livro, na Poesia, a escritora, acadêmica e trovadora, Francinete Azevedo recebe seus amigos e convidados, na consagrada Casa de Juvenal Galeno, em tarde agradável e lírica, no dia do Poeta, para brindar a nós todos com seu mais recente livro "Poetizando o Amor". 

Arleni Portelada conduziu o cerimonial, executando-o muito bem, como sói acontecer. 

Presente, o Diretor da Casa, Antônio Santiago Galeno, ainda enlevado com as comemorações do aniversário da gloriosa Casa de Juvenal Galeno.

Francinete Azevedo, a consagrada "dama da literatura cearense", além da alegria de lançar mais uma obra de sua lavra, carregava a comprovação de seu talento. 

Recentemente, Francinete Azevedo foi vencedora, recentemente, em dois concursos literários: 

- 1º Lugar no Concurso Literário sobre Capistrano de Abreu, realização da ACLA e da UBT-Maranguape, com o trabalho: "O Jovem Capistrano de Abreu";

- 1º Lugar - Troféu Pena de Ouro, no VII Concurso Literário Zé Nitoca, promovido pela UBT - seção de Ocara, com o trabalho "Carta a um Abolicionista".

Agradecida e festejada, a escritora enalteceu a colaboração dos amigos, de modo especial, ao Dr. Ernani Machado. 

A AJEB-CE parabeniza e aplaude sua sócia, desejando mais e mais vitórias em seu fazer literário!


FOTOS



















Casa de Juvenal Galeno
20 de outubro de 2015

CINEMA E LITERATURA : ARTES QUE SEDUZEM - por Evan Bessa

                             
       

Hoje, vamos tentar falar sobre Cinema e Literatura, partindo do princípio de que não iremos aprofundar e nem esgotar o tema, visto a dimensão que representam, mas apenas pontuar alguns aspectos importantes das duas artes que tanto seduzem seus admiradores.

Segundo o dicionário Aurélio, a arte de um modo geral é a capacidade que tem o homem de pôr em prática uma ideia, valendo-se da faculdade de dominar a matéria. Atividade de espírito quase sempre, de caráter estético, mas carregada de vivências íntimas e profundas, podendo suscitar em outrem o desejo de renovar uma obra de arte. A capacidade criadora do artista de expressar ou transmitir sensações e sentimentos. Com essa introdução, diríamos que a literatura e cinema são artes universais. A primeira, expressão artística que remonta há muitos séculos, enquanto o cinema surge no final do século XIX e esteve sempre ligado à Literatura através de adaptações de obras, demonstrando assim, que se complementam.

Podemos considerar a Literatura como um conjunto de saberes envolvido na produção escrita de uma época ou de um país. A escrita apareceu bem antes. O texto artístico está quase sempre carregado de metáforas para provocar reações emocionais nos receptores. Os primeiros textos se expandiram na forma oral, por muitos séculos, antes de serem escritos em papiros. A forma literária mais antiga é a poesia – Como a Ilíada de Homero.  O cinema por sua vez tem origem como os irmãos Lumière em Paris no ano de 1895. O Cinema, então, evolui mais rapidamente por conta das estruturas narrativas existentes, sendo relevantes para a elaboração da linguagem cinematográfica. De início, contada através de imagens, posteriormente em imagens em movimento.

Estudo comparado entre essas duas expressões artísticas comprovam a grande contribuição que uma arte traz a outra. Para o crítico literário João Batista Brito, do ponto de vista da interdisciplinaridade é interessante observar a verbalidade da literatura pelo viés do cinema e a iconicidade do cinema pelo viés da literatura. A literatura trabalha com a palavra escrita, com a narrativa, como recurso de elaboração. O cinema parte da imagem em movimento para introduzir palavras, diálogos de personagens ou, às vezes, a narrativa nele presente, incluindo demais artifícios, seja som, música ambiente, dentre outros. Podíamos afirmar que tanto uma, como a outra são imprescindíveis na propagação da cultura e para a criatividade humana.
Tanto o cinema como a literatura se alimentam, mutuamente, em termos de influência nas adaptações. O cinema aproveita da literatura a tarefa de contar histórias com algumas diferenças, no tocante a sentimentos e os transforma em imagens na mente do homem. O cineasta nem sempre pode ser fiel à obra original porque não pode representar visualmente significados verbais e, em função, da imagem conceitual que a leitura faz nascer no espírito, é diferente da imagem fílmica. O romance narra o mundo, o filme nos coloca diante do mundo de acordo com uma continuidade e contiguidade. A linguagem do cinema representa de forma direta e física os objetos da realidade a que se liga ao padrão oral de significação. Tal qual a Língua o cinema é abstração, um objeto de estudo que se concretiza a partir de um código, de uma gramática e de um pacto social, o cinema não existiria sem o filme. Sua linguagem é vista e ouvida no momento que acontece. Não pode usufruir da metáfora como a Literatura. Os cineastas se utilizam das figuras, tais como: anáfora e da repetição. Daí poder se dizer que as duas artes são convergentes, mas em circunstâncias distintas. Bergman e Fellini cineastas famosos defendiam que o cinema não tinha nada a ver com a literatura.  Por outro lado, Andrés Bello, filólogo e ensaísta venezuelano, afirma que 2/3 dos longas de Hollywood são adaptações produzidas a partir da narrativa – ambos são da mesma matéria. Todo texto se constitui um diálogo intertextual, podendo assim, uma obra originar outras obras por meio de um olhar diferente.

Podemos apontar alguns exemplos de adaptações literárias para o cinema: Laranja Mecânica; 2001- Uma Odisseia no Espaço; Ben-Hur; D. Casmurro; O Guarani, Vidas Secas, dentre outros. Muitos dizem que filmes baseados em livros são piores que a história original, mas deve-se observar que são formatos e linguagens diferentes. Quando se abandona o meio linguístico e passa para o visual podem ocorrer mais elipses com relação à narrativa e mudança serão inevitáveis. No entanto, enquanto linguagem, suas informações estéticas estarão ligadas por pontos comuns, entre as obras. Embora o cinema seja uma obra autônoma, não perde a essência daquela que foi traduzida (reproduzida). O conteúdo de um filme é constituído de um conjunto de temas que se integram na mensagem global do filme. Para Claude Bremond, semiólogo, francês, o filme só desperta interesse quando suscita reflexão, quando colocarem em ebulição, na representação do grupo, um foco de excitação intelectual, emotiva e imaginária ligada aos desejos não satisfeitos, aos conflitos não resolvidos pelos indivíduos. Por isso não há temática inocente.

Além disso, os cineastas e diretores colocam no seu trabalho, objetivos, crenças, sua estilística e utilizam uma metodologia que mais lhes satisfazem em termos visuais e intimistas.  Diretores internacionais como: Bergman, Hitchcock, Woody Allen, Antonioni, são exemplos claros do que dissemos. Podemos citar o filme adaptado do livro de Edgar Allan Poe, O Corvo, que em face da visão do cineasta, sua criatividade e perfeccionismo foi um fracasso de bilheteria. Por outro lado, Truman Capote teve obra adaptada para o cinema: Bonequinha de Luxo, com Audrey Hepburn, que concorreu a Oscar, no entanto, sua obra-prima foi A Sangue Frio, tendo obtido êxito em ambos. Vejamos outras obras mais conhecidas que se transformaram em filmes: O Mistério da Estrada de Cintra: Eça de Queiros e Ramalho Ortigão; Expresso do Oriente: Agatha Christe; Ensaio sobre a Cegueira de José Saramago; São Bernardo: Graciliano Ramos; Memórias Póstumas de Brás Cubas: Machado de Assis; Macunaíma: Mário de Andrade. Muitos outros poderíamos incluir nessa relação.

Nessa perspectiva, vemos que as artes Literatura e Cinema atravessaram os séculos, demonstrando possibilidades diferentes de lazer e de informar o grande público, ao mesmo tempo em que, contextualiza época e fatos ocorridos com linguagens específicas. Porque os diretores buscam a fundamentação das histórias na Literatura para transformá-la em linguagem cinematográfica, roteiros, argumentos que serão introduzidos no seu fazer artístico, o que resultou numa imensa indústria cinematográfica, com retorno de milhões e bilhões de dólares. A literatura não deixa de ser à base de toda essa manifestação que se imbrica ao cinema formando o texto e os contextos que evoluem para os autores e espectadores que se sentem seduzidos por artes tão importantes para a humanidade.


BELLO, Andrés – Crítica Literária; BRITO, João Batista De – Literatura e Cinema; BREMOND, Claude – A Lógica das possíveis narrativas.

(Palestra proferida na reunião da AJEB do dia 20 de outubro de 2015, no Náutico Atlético Cearense)