DIRETORIA AJEB-CE - 2016-2018

DIRETORIA AJEB-CE - 2016-2018
DIRETORIA ELEITA POR UNANIMIDADE

ATUAL DIRETORIA DA AJEB-CE

DIRETORIA ELEITA POR UNANIMIDADE

CHAPA PAPA FRANCISCO

PRESIDENTE DE HONRA: Giselda de Medeiros Albuquerque

PRESIDENTE: Gizela Nunes da Costa

1ª VICE-PRESIDENTE: Maria Argentina Austregésilo de Andrade

2ª VICE-PRESIDENTE: Elinalva Alves de Oliveira

1ª SECRETÁRIA: Rejane Costa Barros

2ª SECRETÁRIA: Rosa Virgínia Carneiro de Castro

1ª TESOUREIRA: Rita Maria Lopes Guedes Santos

2ª TESOUREIRA: Maria do Socorro Cavalcanti

DIRETORA DE EVENTOS: Maria Nirvanda Medeiros

DIRETORA DE PUBLICAÇÃO: Giselda de Medeiros Albuquerque

CERIMONIALISTA: Francinete de Azevedo Ferreira

CONSELHO

Maria Helena do Amaral Macedo

Zenaide Braga Marçal

Maria Luisa Bomfim

Celina Côrte Pinheiro

Evan Gomes Bessa

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

LANÇAMENTO DE "METÁFORA DOS SENTIDOS"

Na sessão da AJEB-CE, realizada no dia 20 de setembro de 2016, dentre outros assuntos da pauta, constou o lançamento do livro da ajebiana Zinah Alexandrino, intitulado Metáfora dos Sentidos".

Foi um acontecimento muito prestigiado pelo público amante da Poesia. O editor Assis Almeida fez a apresentação do livro. Em seguida, a Autora apresentou os seus agradecimentos.

A presidente da AJEB-CE, Gizela Nunes da Costa, teceu comentários elogiosos à Autora e ao seu livro, enfatizando o desempenho do apresentador.

Giselda Medeiros, autora do Prefácio de "Metáfora dos Sentidos", parabenizou a Autora pela beleza externa e interna do livro, lendo um parágrafo do Prefácio, que discorria sobre o ser poeta.

Após o lançamento, foi servido um coquetel, ocasião em que todos se confraternizaram, alegremente.

Apresentação – Metáfora dos Sentidos, Zinah Alexandrino

Bom dia, senhoras, senhores...

Com muita honra aqui estamos para prestigiar o lançamento do livro Metáfora dos Sentidos, da poetisa Zinah Alexandrino.

É uma manhã celebrativa, pois sempre que uma obra literária, independente do gênero, é apresentada aos leitores ficamos com a certeza da perpetuação da vida por meio da arte da escrita. Tem sido assim há séculos.

Essa perpetuação da vida por meio da palavra antes sentida e depois escrita se nos revela como um milagre, um renascimento ou quiçá uma perspectiva jamais vislumbrada por nós, tão ocupados que somos e estamos, com/na a urgência das horas.

O que nos permite ver Zinah Alexandrino em Metáfora dos Sentidos? O que nos dá a conhecer de si e o que nos sinaliza para que busquemos com paciência e delicadeza?

As temáticas escolhidas pela poetisa compõem um caleidoscópio que nos convida a contemplar a diversidade das palavras. Ora, mas que graça teria vivermos a linearidade constante? O que queremos com a busca da segurança engessada se os sentidos nos permitem experimentar novas texturas, enxergar detalhes e diferenciar olores e odores?

Por esse viés saboreamos em Metáfora dos Sentidos não a ruptura com os assuntos triviais, mas o acréscimo do improvável como unir a aparente aridez de vocábulos da cibernética ou da matemática à doçura das palavras gentis e apresentar o resultado com a naturalidade de quem contempla o despertar e o ocaso, dia após dia, num frenesi de cidade grande.

O amor é a matéria-prima do poeta e Zinah não se se esquiva de frequentar esse lugar comum. Mas o faz com segurança e sem pieguismos, desnudando a proposta sem preâmbulos:

“ Livra-te das paixões passageiras,
Elas impedirão de encontrares
Teu verdadeiro amor,
Que sou eu” (Prescrição, pág. 64)

E como apresentar a poetisa? Ela é aquela que as frestas de cada poema nos permitem contemplar, mas seus versos a refletem sem meias-palavras:

O QUE SOU

Eu sou assim:
Lua em plenilúnio,
Sol escaldante,
Terra brava,
Lago sereno,
Estrela faiscante...
Depende das fases da lua.
Mormente, eu sou o que sou:
Aquela mulher que todo homem
Gostaria de ser!

Metáfora dos Sentidos, um hiato no tempo para nos deixarmos encantar e seduzir, provar e gostar, ler e recitar... transformar-se. Essa é a missão da poesia.

Parabéns, Zinah! Quem venham outras Metáforas e não se demore, a salvação do mundo, como dizia Dostoievsky, está na beleza e o belo se faz na poesia nossa de cada dia! Aplausos!


Assis Almeida – Editor


Agradecimentos da Autora

Estendo meu cordial bom dia a todos aqui presentes, na pessoa de nossa presidente da AJEB, a Dra. Gisela Nunes!

Agradeço ao meu Deus, por mais esta oportunidade de lançar mais um livro de minha obra, Metáfora dos Sentidos; à nossa presidente, por ter dado abertura para este lançamento juntamente com o apoio de toda a diretoria e dos demais associados, em especial à nossa diretora de eventos, Nirvanda Medeiros, e à secretária, Rejane Costa Barros.

Agradeço, também, à nossa presidente de honra, a escritora e princesa dos poetas cearenses, Giselda Medeiros, pelo proficiente prefácio deste meu livro e à escritora, Arleni Portelada, pela apresentação da orelha, na qual ela me apresenta com toda a sua singularidade. Ao meu diagramador e design gráfico, Armando Oliveira Bastos que, pela terceira vez, desenvolve com sua arte peculiar tão sugestiva capa. Ao meu editor o Psicólogo e escritor, Presidente da Academia Brasileira de Psicólogos Escritores, Assis Almeida, por aceitar minha solicitação para esta bela apresentação.

Caríssimos convidados, meus pares das lides literárias, meus amigos e meus familiares aqui presentes. Há exatamente dez anos, no ano de 2006, eu lancei meu primeiro livro de poesia, o Sutilezas e eu não pensara que lançaria mais um livro no gênero. No entanto, aqui me encontro, uma vez mais, a lançar esta obra que, como já afirmou o Dr. Roberto Pontes, no prefácio do meu primeiro livro, Sutilezas: “Um poeta certamente não escreve versos para ganhar dinheiro e enriquecer porque o sistema capitalista não reconhece utilidade à poesia. Também, se é de fato poeta, depois de produzir o primeiro poema, não consegue mais livrar-se da sina de tudo converter em verso, rima, estrofe, ritmo e modo poemático.” E, ele ainda acrescenta esta observação do poeta francês Pierre Reverdy: ”Como admitir sem um triste sorriso a ideia de envelhecermos ruminando versos”. Eis seu pensamento, aqui, se concretizando!

Meus queridos, devido o horário não ser muito propício ao evento e à velocidade do tempo e ao meu desejo de estar mais perto de vocês, decidi que não ficaria sentada, como é de praxe, autografando.

Desde já, aceitem meus agradecimentos, pelas suas honrosas presenças, o meu mais caloroso abraço e toda a minha gratidão.
                                               Zinah Alexandrino


MEMÓRIA ICONOGRÁFICA



















Nenhum comentário:

Postar um comentário