DIRETORIA AJEB-CE - 2016-2018

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DIRETORIA ELEITA POR UNANIMIDADE

ATUAL DIRETORIA DA AJEB-CE

DIRETORIA ELEITA POR UNANIMIDADE

CHAPA PAPA FRANCISCO

PRESIDENTE DE HONRA: Giselda de Medeiros Albuquerque

PRESIDENTE: Gizela Nunes da Costa

1ª VICE-PRESIDENTE: Maria Argentina Austregésilo de Andrade

2ª VICE-PRESIDENTE: Elinalva Alves de Oliveira

1ª SECRETÁRIA: Rejane Costa Barros

2ª SECRETÁRIA: Rosa Virgínia Carneiro de Castro

1ª TESOUREIRA: Rita Maria Lopes Guedes Santos

2ª TESOUREIRA: Maria do Socorro Cavalcanti

DIRETORA DE EVENTOS: Maria Nirvanda Medeiros

DIRETORA DE PUBLICAÇÃO: Giselda de Medeiros Albuquerque

CERIMONIALISTA: Francinete de Azevedo Ferreira

CONSELHO

Maria Helena do Amaral Macedo

Zenaide Braga Marçal

Maria Luisa Bomfim

Celina Côrte Pinheiro

Evan Gomes Bessa

sábado, 22 de outubro de 2016

PRÍNCIPE DAS ARTES - POR ROSA VIRGÍNIA, 2ª SECRETÁRIA DA AJEB-CE


Sobre O Título de Príncipe das Artes

          A Cássio Murilo Coelho Cavalcante


“De todas as coisas humanas, a única
 que tem o fim em si mesma é a arte.”
Machado de Assis

            Compreendo que não são somente os destinados ao Trono Real e nobreza os que recebem este título. Na perspectiva cultural o termo Príncipe foi usado a primeira vez pelo Imperador Augusto no ano de 27 a.C. Que significa o primeiro entre pares ou cidadãos. E Arte é uma grande variedade de linguagens…. Trago aqui, a minha opinião de que a arte é a lapidação do espírito de Deus em nós! Contudo, para fundamentar exponho como referência Schelling ao dizer que o mundo é um “poema” quando o autor busca a beleza. Lukács, ao pensar a arte como “um reflexo da realidade”. Vejo Goethe, ao referir-se “Só a arte permite a realização de tudo o que na realidade a vida recusa ao homem”. Picasso, nos revela “Em arte, procurar não significa nada. O importante é encontrar.” Oscar Wilde, nos conta “A finalidade da arte é, simplesmente, criar um estudo da alma.” Em Nietzsche “Temos a arte para não morrer da verdade.” Simone de Beauvoir “É na arte que o homem se ultrapassa definitivamente.” Sebastião Salgado nos ensina “Você não fotografa com sua máquina. Você fotografa com a sua cultura.” Creio que essas ideias traduzem porque criei, indiquei e solicitei o título a Academia de Letras Juvenal Galeno, obtendo aprovação, concedido a outorga em 24 de setembro de 2016.

            Cássio Cavalcante, foi pensado por seu destacado trabalho em prol da comunidade acadêmica, valoroso desempenho em cultura clássica e popular, presente em todas as vertentes da intelectualidade contemporânea, disseminando esses valores nos maiores veículos de comunicação  do país. Sendo assim, expressão que inspira e recria as percepções, emoções e ideias do mundo artístico. Como homem que se faz instrumento da arte no cenário histórico por onde passa, ambientando a palavra em sensibilidade, sua dedicação à literatura e afinidade em que exprime desde as tradições até as relações da modernidade líquida.
            Cássio Murilo Coelho Cavalcante é cearense, jornalista, escritor, radicado em Pernambuco há mais de 20 anos. Teve seu início na literatura como contista, com a publicação do conto Meu Primeiro Milhão na revista Caruaru Hoje, em outubro de 2005. Membro da União Brasileira de Escritores em Pernambuco. Pertence as Academias: Recifense de Letras, ocupando a cadeira n° 01 (PE); Olindense de Letras, ocupando a cadeira de n° 20 (PE); de Artes, Letras e Ciências de Olinda, ocupando a cadeira de n° 21 (PE); de Artes e Letras de Pernambuco, ocupando a cadeira n° 10; Acadêmico Correspondente da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (CE); Academia de Letras Juvenal Galeno (CE) e Academia de Letras do Brasil na cadeira de n° 01 (SP). Faz parte da Delegação no Brasil da Academia de Letras e Artes Valparaíso (CHILE). Membro da Sociedade dos Amigos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco. Pertence a Associação da Imprensa de Pernambuco.
            O Título Príncipe das Artes, a rigor abraça as amplitudes percorridas por Cássio em seu convívio com os artistas e as Artes, em seus perfis estéticos, múltiplos e transcendentes nos movimentos modernos. Cássio se faz caminho da linguagem dos secretos encontros da alma com a arte. Detentor das comendas: “Luís Vaz de Camões” pelo Núcleo de Letras e Artes de Lisboa; “Ubiratan Castro” pela Casa do Brasil na Áustria e “Marechal Floriano Peixoto” pela Associação de Escritores e Artistas.” Personalidade da Neolatinidade concedida pelo Conselho Consultivo do Movimento Festival Internacional de Culturas, Línguas e Literaturas. É verbete do Dicionário Cravo Albim da Música Popular Brasileira. Biógrafo da cantora Nara Leão.
            Seu “Tratado Literário” mergulha onde estão as pessoas, sobre o mar, na terra e no céu, neste horizonte do espírito vai construindo sua memória de história e do mundo, na centelha das chamas das ideias socioculturais. Sendo presença constante nos eventos da literatura, entre estes: Festa internacional de Pernambuco, Feira Literária do Vale do Ipojuca, Curador do Festival de Literatura da livraria Jaqueira, Festa Literária de Marechal Deodoro, Feira Literária de Boqueirão, Festa internacional de Paraty, Bienais em Recife e Cachoeiro de Itapemirim.
            Quero lembrar a solidão que acompanha os escritores, os artistas, em Hannah Arendt, como solicitude, que significa o ato de pensar, mas que nunca é realizado inteiramente sem um parceiro ou companhia. Nesta pluralidade, o escritor Cássio carrega-se de ternos amigos, a quem lembro um dos seus, Ferreira Gullar ao reportar-se “A Arte existe, porque a vida não basta!”
            Quero lembrar que as metáforas que utilizo são apenas para explorar às perguntas dos mais sensíveis ou as respostas aos mais críticos. A palavra do nobre Jornalista caminha no seu curso esplendoroso a unir-se com nomes e destinos neste ciclo que lhe é fonte de prazer a contemplar-lhe os sentidos de cada Outono a se cumprir. Neste exercício é editor do Jornal Folha Cultural e do Blog “Papo de Domingo”. É coordenador do programa Arte em Pernambuco no Cultura Nordestina, Letras & Artes (PE), é um dos Coordenadores do Sarau da Cidade – Estação Gravatá (PE).
Pois como nos diz Albert Camus: “O Outono é outra primavera, cada folha uma flor”.
            Este é um Título inovador, que cumpre a missão de reconhecimento por Cássio promover, revigorar os laços humanos de todos as artes no privilégio de acreditar nas mensagens escritas, as esculpidas, pintadas, musicadas, fotografadas, se estendem ou estenderão pelo fascínio misterioso da criação artística, em suas fragilidades de beleza e a eternidade de Deus.
             A tese de Croce é de que a arte é “uma teorese, um conhecer”, que religa o particular ao universo e portanto tem sempre a marca da universalidade e da totalidade.” Cássio ver o que  muitas pessoas não veem e torna possível, visível aos outros, florescer! Tem o talento de reconhecer os talentosos. Neste patamar organiza a Antologia dos Sete Pecados Capitais em Prosa e Verso, com 84 escritores de todo o Brasil entre os nomes participantes estão Raimundo Carrero e Mary del Priore. Do Ceará fazem parte os escritores: Francisco Medeiro Torres, Rosa Virgínia Carneiro de Castro, Mônica Serra Silveira, Stélio Torquato, Elinalva Alves de Oliveira, Rejane Costa Barros, Bernivaldo Carneiro, Célia Oliveira e Rita Atir Guedes.
            Agradeço à Academia de Letras Juvenal Galeno, na pessoa de sua Presidente Dra. Linda Lemos. A todos aqueles que comungam com o olhar ao Título de Príncipe das Artes  para Cássio Cavalcante. Aos poetas, escritores e jornalistas meus cumprimentos nas palavras de Pablo Neruda “A poesia tem comunicação secreta com os sofrimentos do homem”. Aos cênicos, em Frederico Garcia Lorca “O teatro é a poesia que sai do livro e se faz humana.” Aos artistas plásticos, saúdo-os em Rodin “Há somente uma única beleza, a verdade que se revela.” Aos músicos, meus aplausos numa frase de Bach “Tive que trabalhar duramente. Quem trabalha assim duramente conseguirá chegar igualmente longe.” Aos cantores na frase de Nara Leão “Estava a toa na vida/ O meu amor me chamou/ Pra ver a banda passar/ Cantando coisas de amor.” Aos fotógrafos o meu carinho em Henri Cartier – Bresson “Fotografar é colocar na mesma linha a cabeça, o olho e o coração.” Agradeço, em fim a todos que me concederam o privilégio desta leitura nas palavras de Shakespeare “O amor não se vê com os olhos, vê com a mente, por isso é cego, é alado e tão potente.” Anexo a este texto uma resumida Biografia de Cássio Cavalcante.


Rosa Virgínia Carneiro de Castro.
Sócia-Fundadora  da Academia de Letras
 Juvenal Galeno – ALJUG – Cadeira N° 04



PERFIL BIOGRÁFICO

Cássio Cavalcante, cearense, jornalista, DRT Nº 5311/ PE, escritor, radicado em Pernambuco há mais de 20 anos. Teve seu início na literatura como contista, com a publicação do conto Meu Primeiro Milhão na revista Caruaru Hoje, em outubro de 2005. Membro da União Brasileira de Escritores em Pernambuco. Pertence as academias: Recifense de Letras, ocupando a cadeira de nº 01 (PE); Olindense de Letras, ocupando a cadeira de nº 20 (PE); de Artes, Letras e Ciências de Olinda, ocupando a cadeira de nº 21 (PE); de Artes e Letras de Pernambuco, ocupando a cadeira de nº 10 (PE). Acadêmico Correspondente da Academia de Letras e Artes de Fortaleza (CE), Academia de Letras Juvenal Galeno (CE) e Academia de Letras do Brasil na cadeira de nº 01 (SP). Faz parte da Delegação no Brasil da Academia de Letras e Artes Valparaíso (CHILE). Membro da SABEPE – Sociedade dos Amigos da Biblioteca Pública do Estado de Pernambuco. Pertence a AIP – Associação da Imprensa da Pernambuco. Outorgado com as comendas: “Luiz Vaz de Camões”, pelo Núcleo de Letras e Artes de Lisboa; “Ubiratan Castro”, pela ABRASA – Casa do Brasil na Áustria; “Marechal Floriano Peixoto”, pela LITERARTE – Associação de Escritores e Artistas. Personalidade da Neolatinidade concedida pelo Conselho Consultivo do Movimento Festival Internacional de Culturas, Línguas e Literaturas – Festlatino. É verbete do dicionário Cravo Albim da Música Popular Brasileira. Biógrafo da cantora Nara Leão, prosador, editor do jornal Folha Cultural. Colaborador dos Jornais Folha de Pernambuco – Recife (PE), Terra da Gente – Surubim (PE), Voz do Planalto – Carpina (PE) e Folha do E. Santo – Cachoeiro do Itapemirim (ES).

Presença constante em eventos literários tais como: Fliporto, Festa Literária Internacional de Pernambuco (PE); Flipojuca, Feira Literária do Vale do Ipojuca (PE); Fli Jaqueira, Festival de Literatura da livraria Jaqueira (curadoria) (PE); Flimar, Festa Literária de Marechal Deodoro (AL); Flibo, Feira Literária de Boqueirão (PB); Flip, Festa Literária Internacional de Paraty (RJ); Bienais em Recife (PE) e Cachoeiro do Itapemirim (ES).

É coordenador do programa Arte em Pernambuco no Cultura Nordestina, Letras & Artes (PE), é um dos Coordenadores do Sarau da Cidade – Estação Gravatá (PE).

Está organizando a Antologia dos Sete Pecados Capitais em Prosa e Verso, com 84 escritores de todo o Brasil entre os nomes participantes estão Raimundo Carrero e Mary del Priore. Do Ceará fazem parte os escritores: Francisco Medeiro Torres, Rosa Virgínia Carneiro de Castro, Mônica Serra Silveira, Stelio Torquato, Elinalva Alves de Oliveira, Rejane Costa Barros, Bernivaldo Carneiro, Célia Oliveira, Rita Atir Guedes.

É editor do jornal Folha Cultural que no primeiro número teve na capa Fagner e do Blog de entrevistas “papo de Domingo”, entre os entrevistados, Amelinha, Ednardo, Toquinho, Edney Silvestre, Leda Nagle, Antônio Torres entre outros.

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